domingo, 27 de dezembro de 2009

Décimo primeiro dia: Canoa Quebrada

Décimo dia: Canoa Quebrada

Nono dia: Fortaleza

- saímos da pousada às 10h e o guia alex nos levou a jijoca
- passamos em lagoinha e andamos de quadriciclo
- chegamos em fortaleza umas 18h

Oitavo dia: Jeri

quarta (23)
- acordamos de manhã, tomamos um café e fomos passear nas lagoas
- o passeio era pra 3 lagoas, mas fizemos apenas duas: dos corações e paraíso ... a lagoa azul não rolou
- a primeira lagoa foi bacaninha... tomamos cajuína e ficamos de boa... conhecemos uns gringos
- a segunda foi bem bacana.. tomamos cerveja a $5, tocamos músicas com os gringos (andrea, silvia, outros)
- fomos ver o por do sol, comemos no pf de $5 assistindo bob marley - encontramos andrea e silvia
- passamos na pousada pra tomar banho e fomos pra praia tocar violão... mas não foi tão legal
- thiago foi dormir e marcelo e daniel foram pro forró dançar um pouco e conhecer gente

Sétimo dia: Jeri


terça (22)
- descarregamos as coisas da pousada por volta da meia noite
- fomos conhecer as atrações da cidade - levamos os violões conosco - passamos na barraca Las Vegas e fomos muito bem atendidos pelos Luís e o Maicon
- os gringos nos disseram que o Mama Africa era o point e fomos pra lá. chegamos um pouco depois da 1h
- lá dentro só tinha gringo e ficamos por lá até umas 3h.
- daí saimos e decidimos tocar violão na frente do local. quando o Dainel mandou Wonderwall começou a brotar gringos de todas as direções (e alguns nativos). Eles dançaram conosco até 5h da manhã.
- fomos dormir às 6h e acordamos às 8h
- fizemos passeio até tatajuba com o alex (ele demorou um pouco a chegar e um guia chamado dogivaldo tentou passar a rasteira na gente)
- peixada
- revimos marco e inga
- deitamos na rede
- marcelo e daniel viram o por do sol fail. thiago foi pra pousada
- depois marcelo e daniel conheceram pf de 5 conto e conheceram um mexicano (julian) e cearenses... tocaram escaleta
- voltamos pra pousada e fomos dar uma pequena cochilada antes da balada.... a balada durou 12h

Sexto dia: parnaíba

segunda (21)

- passeio de barco com maika
- camarão no restaurante beira rio na ilha das canárias a preços ridículos
- carona para nativas
- checkout na pousada porto das barcas ($80)
- sorvete na sorveteria araújo (cajá, tapioca, bacuri, castanha)
- compramos coisas na cidade, que é relativamente grande
- passamos em luis correia - atalaia, praia do coqueiro, mas escureceu muito rapido (18h em ponto)
- dirigimos numa estrada boa, mas com radar, até a estrada de camocim
- todo o trajeto foi com asfalto excelente - saímos de parnaíba às 18 e chegamos em jijoca às 21h
- chegando em jijoca conversamos com o zezinho, que ofereceu transporte pra jeri pela s10 por 70 reais (esse é o custo para até 10 passageiros, então só compensa pra grandes grupos e estávamos sozinhos)
- descobrimos que pela jardineira estava R$ 5 por pessoa, mais o custo do estacionamento ($5 a diária) - estávamos quase fechando quando descobrimos que alguns guias levam o carro de passeio até jeri... então fechamos com o alex por $30. ele mandou muito bem, dirige pra kct, mas mesmo assim o carro atolou (o nosso e de um casal de maranhenses - nissan frontier)... com um pouco de esforço e trabalho conjunto conseguimos tirar o carro do atoleiro e chegamos em jeri.
- o meio do caminho, por preá, ´e muito bonito... pela beira da praia, apenas com a luz das estrelas e da lanterna do carro
- figuras do dia: maika, alex, mara do sorvete, mulher de bigode
- bandido molhado, banda domínio público

Quinto dia: na estrada

domingo (20)

- Acordamos mais tarde do que gostaríamos, mas conseguimos arrumar as coisas rapidamente. nos despedimos do pessoal da pousada e o zé roberto
- Procuramos o caminhão e achamos o ribinha - 340 até santa quitéria e 500 até barro duro
- Decidimos ir de carro - for -
saimos às 8h40 de barreirinhas e chegamos às 18h em Parnaíba. A estrada estava muito boa até Chapadinha, depois ficou complicada, com trechos com bastante buraco e/ou piçarra.
- Chegamos à conclusão que teria sido melhor alugar um 4 x 4 em SLZ e devolver em FOR ou contratar todo o percurso por agências de turismo, que fazem com 4 x 4, barcos, etc.
- Barreirinhas fica a 70km de tutóia, que já é do lado de parnaíba

O esquema é ir de carro até o porto e negociar direto com os pilotos de lancha

Quarto dia: barreirinhas

- passeio de barco pelo rio preguiças, dormimos pouco mais de 3h - o barco veio nos pegar na pousada e mesmo assim atrasamos
- lago preguiça, farol preguiça, turista preguiça, cachorro preguiça e gato preguiça (ficamos com preguiça de tirar foto do gato)
- o passeio de barco é bacana - a paisagem é muito bonita - demora uns 45 min
- o primeiro lugar é vassouras (ou vassourá, como diriam nossos amigos franceses) - nada pra fazer a não ser pegar pó (pato)
- depois fomos para mandacaru, onde conhecemos os guias mirins espontâneos
(um deles, o giovani, recitou o poema de gonçalves dias e faturou 15 conto e meio pacote de biscoito - depois o irmão mais velho bateu nele e tomou a grana)
- tomamos tiquira e vinho de caju - a tiquira era braba mas o vinho de caju era muito gostoso
- a vista do farol é bem bacana - 160 degraus depois
- depois disso fomos para Cabaré, ops..., Caburé
- restaurante com rede (da preguiça, não era rede wireless)
- península com rio de um lado e praia do outro... praia bem bacana
- reencontramos turistas que conhecemos no passeio anterior
- dunas
- voltamos de barco e encontramos o moleque preguiça - não acordamos nem fodendo
- o barco foi conduzido pelo glorioso jota
- Daniel foi pro mangue catar lixo, pegar caranguejo e conversar com urubu - mas não encontrou nenhum dos 3 e voltou

Dormimos um pouco (umas 4h)
- comemos pizza de camarão - pizza muito boa - $36
- reencontramos as brasilienses e os amigos
- depois fomos no forró - conseguimos convencer uma das turistas brasilienses a vir conosco
- chegando no recinto o forró risca faca tava comendo solto... tentanmos dançar com as nativas mas quem deu show mesmo foi o Zagatti, mostrando todos os seus dotes
- voltamos cedo (1h)

Terceiro dia: rumo aos Lençóis Maranhenses

No terceiro dia finalmente pegamos a estrada, rumo a Barreirinhas, que é a cidade , acordamos (7h15), arrumamos as coisas, resolvemos umas coisas na cidade e saimos de slz um pouco antes das 10h (trânsito)
- pegamos a estrada pra barreirinhas, que em geral estava muito boa, apenas com algumas lombadas
- chegamos em barreirinhas um pouco depois das 13h e já encontramos uns guias turísticos no posto de gasolina
- o preço dos passeios era $50 (dunas) e $60 (passeio de barco) mas conseguimos tudo por R$80, graças à sagacidade do zagatti

- deu tempo de almoçar, colocar as coisas na pousada - pousada do porto - saiu $25 por cabeça, com ar condicionado
- pegaram a gente na pousada, depois pegaram outros turistas - um casal do rio bem bacana, um pessoal de slz e outros de MG
- o troféu julia roberts ficou com o Marcelo - saímos com 30 min de atraso
- o trajeto da cidade até as dunas demorou 50 minutos com o carro que eles chamam de toyota (bandeirante). Saimos às 14h30. Durante o trajeto vimos cajueiros, buritis, carnaúba, etc.
- Chegando lá fizemos uma pequena caminhada e aí avistamos a primeira lagoa (piscina natural) - chamada lagoa da preguiça. Ficamos impressionados com a vista. O guia era o Luan.
- Conhecemos a lagoa da preguiça, lagoa esmeralda, lagoa azul e lagoa dos peixes - tomamos banho, caminhamos nas dunas, conversamos com os turistas
- O guia nos contou um pouco sobre o local... trilhas de 4 dias, tribo de índios albinos, etc.
- Na volta mais 50 minutos... fomos pra pousada - chegamos umas 19h, tomamos um banho, conversamos um pouco com uns amigos que fizemos -
janjão, zé roberto, maciel, ficamos tocando violão - depois decidimos ir pra praça... lá uns franceses que passavam na rua se juntaram a nós. Tocamos mais um pouco e decidimos ir pra orla. Lá começamos a tocar e juntou mais gente... pessoal do rio, de brasília e de são luís. Ficamos tocando até depois das 3 da manhã. Um pessoal do rio nos convidou pra ir na pousada deles. fomos dormir às 4h da manhã com a sensação de dever cumprido.

O segundo dia: Ilha de São Luís


Acordamos cedo no dia 17 dispostos a aproveitar o dia ao máximo. Nossa primeira parada foi em São José de Ribamar, que é um município da grande São Luís.


Chegando lá tiramos algumas fotos e vimos *muitos* caranguejos na praia...


...de resto, nada de interessante para fazer.


Aproveitamos para passar no mercadinho e comprar alguns artigos de primeira necessidade, como isopor, gelo e cerveja.


De lá seguimos em nosso carro alugado para Panaquatira, que é uma praia semideserta que fica no município de S. José de Ribamar. Lá nós aproveitamos para passear na areia com nosso carro e depois paramos para almoçar. Veja uma amostra do almoço horrível que fomos obrigados a comer:


O Marcelo quis "analisar" melhor a comida:


O nome do restaurante onde almoçamos nos tranquilizou bastante:


Após este almoço traumatizante fomos até a praia da Raposa, que é outro município da Grande São Luís. Lá é uma vila de pescadores que tem um mercado de peixe a céu aberto. Atravessadores aparecem por lá para comprar o peixe e vender em São Luís e outros locais.

Passeando por lá encontramos um guia turístico que nos convidou para um passeio por igarapés, mangues e dunas.

Mas antes, uma parada para uma antarctica bem gelada, aprovada pelo Marcelo:


Nós gostamos muito do passeio: interagimos com gringos, tomamos banho de lama medicinal....


...passeamos nas dunas e tomamos banho numa praia 100% exclusiva, dentro de uma ilha...


...que depois descobrimos ser de propriedade de nada menos que José Sarney.


O preço do passeio foi ridículo: R$ 20, por cerca de 2 horas.



Saímos de lá empolgados, imaginando o quão legal poderia ser o resto da viagem.

Ainda passamos rapidinho na praia do Araçagi, mas já era noite e não tinha nada pra fazer.

Voltamos pra casa, tomamos banho e saímos para comer pizza, que em São Luís não é das melhores - massa de supermercado e recheios extravagantes (a pizza de brigadeiro, por exemplo, tinha mussarela por baixo).

No final do dia fomos conhecer uma baladinha da cidade, chamada "Com Certeza", com nosso amigo Marcelo. A casa estava tocando um forró eletrônico, à la Aviões do Forró. Ficamos apenas observando o jeito de dançar dos nativos... eles demonstravam muita habilidade, num estilo de forró diferente do que nós paulistanos estamos acostumados. Resolvemos ficar só olhando e tomando cerveja. E assim encerramos o segundo dia de viagem (17).

O começo

A viagem estava programada para iniciar no dia 16 de dezembro de 2009, com um vôo saindo de São Paulo para São Luís.

Como tenho parentes em São Luís, decidi sair 4 dias antes, para dar tempo de fazer o social com a parentaia. No dia 16 fui ao aeroporto recepcionar o Daniel e o Marcelo.

Minha tia foi muito gentil e nos permitiu dormir na casa dela, que fica próxima ao aeroporto. Lá fomos muito bem tratados, comemos um almoço digno de rei e brincamos com a minha sobrinha, Anna Luiza.



Ficamos surpresos com sua inteligência e habilidade musical - ficamos tocando músicas com ela enquanto esperávamos o almoço. À tarde fomos até a Unidas pegar o carro alugado que reservamos.

O custo total do aluguel foi cerca de 2400 reais por 21 dias. Um ponto importante é que quando o carro é retirado e devolvido em loja própria, não é cobrada a taxa de devolução, que seria de quase 2 mil reais.

(Uns dias depois descobrimos que alugar carro não foi a melhor idéia... pelo menos para os primeiros dias da viagem. Mas falarei sobre isso em outro post).

Voltando da loja tomamos uma cerveja com meu primo Marcelo. Depois de um tempo pegamos o carro e fomos buscar a chave de um apartamento emprestado por outro Marcelo (amigo meu de infância). Como ele estava ocupado, decidimos ir à praia.

Fomos até a Avenida Litorânea, que é um local badalado da cidade, e ficamos lá beliscando uma porção de mandioca macaxeira. Daí nos encontramos com o Marcelo, que nos levou até o apartamento e deixou tudo acertado com o porteiro.

Depois de tomarmos banho, e etc. fomos ao centro da cidade - mais precisamente no Projeto Reviver, que é uma área revitalizada do centro onde a boemia rola solta. Lá ficamos tomando uma cerveja e curtindo um pagodão samba de roda. Algumas horas depois fomos até o carro, sacamos uns instrumentos musicais e ficamos tocando no meio da praça.




Alguns minutos depois apareceu um nativo que se apresentou como "Anjo Gabriel". Ele tocou algumas músicas da região, como carimbó e reggae, e ficamos jogando conversa fora até as 3h da manhã. De lá fomos direto para casa, ouvindo Toto - Rosanna.

E este foi o fim do dia 16.

Sobre o blog

Somos três amigos que decidiram fazer uma viagem pelo nordeste.

Criamos este blog para deixar documentada nossa viagem e fornecer informações úteis para futuros viajantes que queiram fazer a mesma loucura viagem que a gente fez.

Fizemos esta viagem sem muito planejamento e estamos aprendendo muitas coisas que podem ser úteis para futuros viajantes.

Abraços!

Marcelo, Daniel e Thiago