Acordamos cedo no dia 17 dispostos a aproveitar o dia ao máximo. Nossa primeira parada foi em São José de Ribamar, que é um município da grande São Luís.
Chegando lá tiramos algumas fotos e vimos *muitos* caranguejos na praia...
...de resto, nada de interessante para fazer.
Aproveitamos para passar no mercadinho e comprar alguns artigos de primeira necessidade, como isopor, gelo e cerveja.
De lá seguimos em nosso carro alugado para Panaquatira, que é uma praia semideserta que fica no município de S. José de Ribamar. Lá nós aproveitamos para passear na areia com nosso carro e depois paramos para almoçar. Veja uma amostra do almoço horrível que fomos obrigados a comer:
O Marcelo quis "analisar" melhor a comida:
O nome do restaurante onde almoçamos nos tranquilizou bastante:
Após este almoço traumatizante fomos até a praia da Raposa, que é outro município da Grande São Luís. Lá é uma vila de pescadores que tem um mercado de peixe a céu aberto. Atravessadores aparecem por lá para comprar o peixe e vender em São Luís e outros locais.
Passeando por lá encontramos um guia turístico que nos convidou para um passeio por igarapés, mangues e dunas.
Mas antes, uma parada para uma antarctica bem gelada, aprovada pelo Marcelo:
Nós gostamos muito do passeio: interagimos com gringos, tomamos banho de lama medicinal....
...passeamos nas dunas e tomamos banho numa praia 100% exclusiva, dentro de uma ilha...
...que depois descobrimos ser de propriedade de nada menos que José Sarney.
O preço do passeio foi ridículo: R$ 20, por cerca de 2 horas.
Saímos de lá empolgados, imaginando o quão legal poderia ser o resto da viagem.
Ainda passamos rapidinho na praia do Araçagi, mas já era noite e não tinha nada pra fazer.
Voltamos pra casa, tomamos banho e saímos para comer pizza, que em São Luís não é das melhores - massa de supermercado e recheios extravagantes (a pizza de brigadeiro, por exemplo, tinha mussarela por baixo).
No final do dia fomos conhecer uma baladinha da cidade, chamada "Com Certeza", com nosso amigo Marcelo. A casa estava tocando um forró eletrônico, à la Aviões do Forró. Ficamos apenas observando o jeito de dançar dos nativos... eles demonstravam muita habilidade, num estilo de forró diferente do que nós paulistanos estamos acostumados. Resolvemos ficar só olhando e tomando cerveja. E assim encerramos o segundo dia de viagem (17).
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